Largo do Arouche

Região ligada às artes, à boemia e à gastronomia, o Arouche é reconhecido como uma das áreas mais democráticas da cidade, onde todos encontram seu espaço. Além de importantes referências, como o Mercado de Flores e a sede da Academia Paulista de Letras, tem obras de arte distribuídas por sua extensão, entre as quais a estátua do imperador romano Otávio Augusto e as esculturas “A Menina e o Bezerro” e “Depois do Banho”, esta última de autoria de Victor Brecheret. As primeiras ruas na propriedade então pertencente ao Tenente General Arouche Rendon foram abertas a partir de 1810, já sendo demarcada a área do atual largo. Após frequentes alterações de nome, em 1913 passou a ter a denominação atual, em homenagem ao antigo proprietário das terras.

Curiosidades:

– Anteriormente à urbanização do largo, o General Arouche havia implantado em sua propriedade uma praça para exercícios militares que correspondia ao atual Largo do Arouche, chamada por ele de “Praça da Legião”.

– A Academia Paulista de Letras, fundada em 1909, tem sua sede no Largo do Arouche nº 312, em edifício tombado pelo patrimônio histórico estadual, projetado em 1948 pelo arquiteto Jacques Pilon.

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Localização: Próximo à estação República do Metrô.