Praça da República

Praça que hoje dá nome a toda região, a República teve outros nomes e usos ao longo da história: Praça da Legião, e depois dos Milicianos, até 1817, quando era local de exercícios militares; Praça dos Curros, quando recebia cavalgadas e touradas; Largo 7 de Abril, a partir de 1865, em referência à Abdicação de Dom Pedro I; e, finalmente, Praça da República, em 1889, em alusão ao regime recém-instalado no país. A atual versão da praça foi inaugurada em 1904, de autoria de Tommaso Gaudencio Bezzi – projetista do Museu Paulista do Ipiranga – e tem inspiração romântica. Além de uma das principais referências da cidade, todos os sábados e domingos a República abriga a tradicional Feira de Arte e Artesanato, que reúne mais de 600 expositores.

Curiosidades:

– A origem da tradicional feira da Praça da República remonta aos idos de 1956, quando o filatelista J. L. Barros Pimentel deu início no local a uma pequena feira de selos. Mais tarde chegaram os hippies e, depois deles, os artistas plásticos.

– A tradicional roda de capoeira que acontece aqui aos domingos há mais de 50 anos é freqüentada por capoeiristas de diversas regiões

– A Feira da República abriga mais de 600 barracas e comercializa principalmente artesanato vindo dos estados do Norte e Nordeste, além de países vizinhos, como o Peru. Colares, brincos, objetos para casa e tantos outros artigos que mostram a cara e a cultura do Brasil e encantam visitantes de todos os lugares. Uma das características da feira são as telas com os mais variados motivos, expostas ao ar livre.

– Na Praça está localizada uma das Centrais de Informação Turística (CIT) da São Paulo Turismo, que oferece ao público guias culturais, mapas da cidade e folhetos de locais para visitação. A CIT República tem suas paredes externas grafitadas pelos artistas Binho Ribeiro, Minhau e Chivitz, personagens já famosos da arte urbana da metrópole. O pano de fundo dos grafites são pontos turísticos de São Paulo.

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Localização: Estação República do Metrô.