Praça da Sé

Além de ponto central da cidade de São Paulo, a Praça da Sé é um local de enorme simbolismo, centro nevrálgico que abriga manifestações religiosas, civismo e protesto. Desde o final do século 16 até os dias atuais, passou por uma série de transformações. A primeira igreja matriz foi inaugurada em 1612. Posteriormente, foi substituída pela nova catedral, construída entre 1912 e 1954. Já no final da década de 1970 ocorreu a inauguração da estação Sé do metrô e a praça foi totalmente remodelada, sendo ampliada com demolições e a anexação da vizinha Praça Clóvis Beviláqua. Podem-se observar na praça diversos monumentos e esculturas, entre os quais o Marco Zero, centro geográfico da cidade, a partir do qual são marcadas todas as distâncias.

Curiosidades:

– Em 1922, é inaugurado na Sé o palacete Santa Helena, local onde se formou, na década de 1930, o famoso Grupo Santa Helena, composto por artistas que se reuniam no local, entre os quais Aldo Bonadei (1906-1974), Alfredo Volpi (1896-1988), Mário Zanini (1907-1971) e Francisco Rebolo Gonsales (1902-1980). Em 1971, o Palacete Santa Helena foi demolido.

– A Igreja de São Pedro da Pedra, localizada antigamente onde hoje está o edifício da Caixa Econômica Federal, foi demolida em 1911.

– É a partir do Marco Zero da cidade, localizado na Praça da Sé, que são contadas as distâncias da cidade. O monumento foi inaugurado em 1934 e cada uma de suas faces apresenta símbolos em relevo dos locais e direções indicados. O pinheiro simboliza o Paraná (sentido Sul), um navio refere-se a Santos (em direção ao mar, sentido sudeste), Mato Grosso é simbolizado por atributos do bandeirante (sentido sudoeste),
o Rio de Janeiro é representado por uma bananeira e pelo Pão de Açúcar (sentido nordeste), Minas Gerais por ferramentas de mineração (sentido norte), Goiás por uma bateia (sentido noroeste).

– No interior da estação Sé do Metrô é possível apreciar obras de artistas como Mário Gruber, Cláudio Tozzi e Renina Katz.

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Localização: Estação Sé do Metrô